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Resumo de A Cuca Vai Pegar (1977) Sítio do Picapau Amarelo TV Globo

1º EPISÓDIO


A Cuca Vai Pegar foi uma das primeiras e melhores histórias da temporada de 1977 do Sítio. Baseada no livro O Saci de Monteiro Lobato, adaptada por Benedito Rui Barbosa, e dirigida por Geraldo Casé.

A trama se inicia na casa do Tio Barnabé. Emília, Visconde de Sabugosa, Pedrinho e Narizinho, discutem sobre o Quindim. Como ele se defendia dos malvados homens. 
Pedrinho o compara com um "tanque de guerra". A boneca Emília o defende, dizendo que o rinoceronte é seu e que é muito melhor que um tanque de guerra.

Enquanto isso, Tia Nastácia está assustadíssima com o paquiderme. Chama por Dona Benta. Muito assustada. 
Entra correndo para dentro da casa. 

Tia Nastácia comenta com Dona Benta que está com muito medo do rinoceronte. Dona Benta também comenta que não está tranquila com a presença do animal no sítio.

A mãe de Pedrinho, Antonica, chega no sítio acompanhada por sua amiga, com a intenção de buscar o filho.

Leva um baita susto ao abrir a porteira e se deparar com o rinoceronte na estrada.

Quando entra na casa, comenta com Dona Benta um certo pavor do rinoceronte. Resolve então levar imediatamente o Pedrinho embora.

Dona Benta conversa com a filha. Mas ela está decidida.

O Saci percebe que o Quindim passou por maus bocados. O rinoceronte diz para o Saci que lá no Sítio ele está feliz, como há muito tempo não se sentia.
Desde quando o caçaram em sua terra.

Tia Nastácia, ainda assustada com o rinoceronte, correndo chega na casa do Tio Barnabé e diz ao Pedrinho que sua mãe está no sítio e que ela viera o buscar.

Todos ficam tristes. Quindim diz que estava preso num curral, mas, ao cair a noite, Emília o soltou. Diz que assustou as pessoas, mas sem querer.

Antonica sente-se protegida, já que as janelas e portas do sítio estão fechadas. Dona Benta diz que o rinoceronte deve estar longe, por ter percebido que elas e Nastácia se assustaram.
Antonica diz que só faltava mesmo Dona Benta defender um rinoceronte.

Dona Benta ainda tenta convencer Antonica. Mas é inútil. 

Emília tem uma ideia. O único jeito de Pedrinho não ir embora seria fazendo de conta que Antonica e sua amiga ainda não haviam chegado no sítio.
Mas, de nada adianta, as coitadas levam outro susto. 

Pedrinho chega ao encontro de sua mãe. Narizinho pede para que a tia deixe o primo ficar, mas ela não muda de idéia.
Emília comenta que de nada adiantou o faz-de-conta.

Tio Barnabé comenta com o Visconde que se o Quindim virou amigo dele e das crianças, não tem o porquê de terem medo dele. O Visconde, como todo sábio, diz que ele é um sabugo.

Aparece o Saci. Do qual também fica triste pela partida de Pedrinho. Tio Barnabé ainda caçoa do "coisa ruinzinha" que diz que tristeza, é uma palavra que Saci não conhece. E que está apenas chocado.

Tia Nastácia prepara o almoço. Emília comenta que logo quando ela faria o "Circo dos Escavalinhos" o menino terá que ir embora.
A boneca de pano tem outra ideia, mas não passa de uma asneira dela.

Pedrinho vai embora do Sítio com sua mãe e a amiga dela. Todos se despendem.

Todos ficam tristes no Sítio. Já é noite no Sítio, Narizinho e a Emília vão para o quarto delas.

O Visconde pergunta para dona Benta o que ela sabe sobre a Cuca. Tia Nastácia, muito medrosa, se benze dizendo : "Cuca? Credo! Desconjuro!"

Quindim, no pasto, diz que se soubesse que causaria tanta confusão nem teria ido pelos lados do Picapau Amarelo.

O Saci, que ainda está conversando com o paquiderme, diz que é melhor ele voltar para lá. O Rinoceronte concorda. E sai andando, depois de dizer boa noite.

Emília e Narizinho conversam no quarto. O Saci aparece e diz que a Cuca está com inveja do rinoceronte ter assustado tanta gente. E que vai o espantar do sítio.

Emília promete que se a "jacaroa" bulir com Quindim, ela verá só. O Saci diz que até ele que é muito esperto não se mete com a bruxa.

A boneca diz que mandará seus espiões espionarem a Cuca. O Saci duvida que eles aceitem a tarefa.
Emília o chama de medroso e ele some.

Quindim olha para o breu da noite e percebe que alguém se aproxima. Diz : "Quem vem lá? Aparece se for de paz, senão..."


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